26 | O quebra-cabeça que sou!

Eu gosto de vez ou outra, fazer uma pausa na realidade das coisas e munida de uma xícara de chá… observar as peças do quebra-cabeça que sou, para ver quais se encaixam e que figuras formam. Hoje, me deparei com a imagem lírica de minha nonna. Mulher firme-decidida, de voz forte-grave e atitudes definitivas. ElaContinuar lendo “26 | O quebra-cabeça que sou!”

Detalhes de uma escrita ficcional

. “Não tenho certeza de nada, a não ser da santidade dos afetos do coração e da verdade da imaginação…” — John Keats — . Vez ou outra… alguém me pergunta: como surgem os meus textos! Confesso que, nas primeiras vezes, eu pensava na teoria da geração espontânea — que caiu por terra há anosContinuar lendo “Detalhes de uma escrita ficcional”

O que ando a ler | poesia completa

Fui até a prateleira e voltei de lá com a poesia de Gilka Machado em mãos… ainda era junho e os dias estavam aquecidos. Me sentei a mesa da cozinha e li, em linha reta, página por página… e agora leio avulso, como tanto gosto e prefiro!

Os dias de julho…

“e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão deixas viver sobre a pele uma criança de lume e na fria lava da noite ensinas ao corpo a paciência o amor o abandono das palavras o silêncio… e a difícil arte da melancolia” al berto . …eu não me lembro de ter escrito —Continuar lendo “Os dias de julho…”