30 | s e g u n d a (última)

Neste estado não mundano em que me movimento Minha Fe e Esperança são diabólica moeda corrente Em mundos falsificados, cunho pequenos donativos Em torno de mim, e troco minha alma por amor. Allen Ginsberg . Dia quente. Segunda feira. Impossível dizer que o inverno se foi. O calendário diz que é primavera, desde o diaContinuar lendo “30 | s e g u n d a (última)”

O que ando a ler | viagens no scriptorium

“Vista dos confins mais distantes do espaço, a Terra não é maior que uma partícula de poeira. Lembre-se disso na próxima vez que escrever a palavra “humanidade”. Paul Auster, em “viagens no scriptorium” . Quando completou cinquenta anos, Paul Auster escreveu — para celebrar o momento — o livro “da mão para a boca”… revelandoContinuar lendo “O que ando a ler | viagens no scriptorium”

16 | velhos hábitos

setembro. outro lugar. realidade. recordei a lista de material escolar. a escola não era o meu lugar preferido-favorito. era apenas um lugar. causa maior de meus cansaços. gostava mesmo era do ritual de papelarias. escolher os cadernos. adquirir os livros. sentir o cheiro de papel intocado. provar do sabor de linhas a preencher. imaginar o desenhoContinuar lendo “16 | velhos hábitos”

11 | uma pessoa-mês…

Se eu fosse um mês, ah… eu seria setembro — septem — o mês sete no calendário outro, antes da intromissão romana-cristã nas somas que nos orientam. Setembro é dia seguinte, mas é também dia anterior. É a hora não marcada. A água que ferve. Ervas maceradas. As coisas mais simples. Xícaras na mesa. LivroContinuar lendo “11 | uma pessoa-mês…”