Domingo é dia de feira…

…hoje é domingo e, eu dei aos pés o sabor dos passos-largos pelas calçadas com seus desenhos de andar e fui à feira. Eu gosto imenso de transitar entre as cores e aromas que as barracas coloridas — armadas na rua dos pássaros — exibem. Provo da textura das frutas bem arrumadas numa —  singularContinuar lendo “Domingo é dia de feira…”

Abril conjungou o verbo: transbordar

aumenta o som Abril chegou, passou e acabou! Não foi rápido-ligeiro, tampouco lento ou preguiçoso… foi mais um mês com seus trinta dias. E eu experimentei outro b.e.d.a — bloging.every.day.april — com posts diários, escritos a partir de um fio condutor, que eu ainda não sei se eu o escolhi ou se fui escolhida porContinuar lendo “Abril conjungou o verbo: transbordar”

As Bibliotecas e eu…

“Cada biblioteca compartilha a orgulhosa ambição de Alexandria, na qual os bibliotecários antigos prentendiam reunir todos os livros produzidos na totalidade do mundo conhecido” Depois do post de ontem… fiquei a pensar a respeito da minha relação com as Bibliotecas, que vem de longe: diretamente do templo sagrado da minha infância. A primeira — daContinuar lendo “As Bibliotecas e eu…”

Biblioteca Mário de Andrade

“Há alguns anos tenho um sonho recorrente. Estou em uma biblioteca – pouco iluminada tal como era a minha na França, com abajures verdes, teto alto, quase invisível – e caminho  implacavelmente pelos corredores cobertos de livros, imaginando quais os volumes que distingo pela lombada. Percebo que esses livros imaginários são um sonho no sonhoContinuar lendo “Biblioteca Mário de Andrade”

25 | a epidemia de solidão…

É preciso compreender a solidão  Charles Baudelaire Gosto imenso de ler notícias velhas e depois do advento da pandemia, tornou-se um vício, como beber pesados goles de café… pela manhã. E ao praticar o meu hábito nesse dia de abril, li uma nota que passou despercebida à época. A premiê britânica, Theresa May havia nomeado aContinuar lendo “25 | a epidemia de solidão…”

38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas

Cara M., Vim me sentar  na varanda com alguns rascunhos antigos, em mãos. Xícara de chá ao lado e as janelas dos prédios da avenida com nome de pássaro como cenário. Há poucas luzes acesas nessa noite de domingo. A maioria exibe um brilho típico de televisão acesa… Eu gosto imenso de perceber o passadoContinuar lendo “38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas”

6 — das minhas insanidades

Fazer terapia — ainda que seja uma decisão consciente — não é fácil. Eu me sento diante de uma estranha toda terça-feira e durante cinquenta minutos, ofereço tudo de mim, numa bandeja de prata. Há pessoas que fingem-subvertem-escondem. Mas eu não considero esse processo… produtivo. É perda de tempo mentir-fingir. Eu optei — desde aContinuar lendo “6 — das minhas insanidades”

A janela indiscreta do meu olhar…

Passa das onze… as horas avançam em pares e a noite se esparrama por cima da cidade.Gosto imenso desse momento. Lembra um filme antigo-conhecido, em preto e branco. O dissolver da realidade como conhecemos. As preces crescem nas janelas que os meus olhos alcançam. Tenho essa mania desde a infância — observar esses espaços onde vez ouContinuar lendo “A janela indiscreta do meu olhar…”

* da voz das coisas

Só a rajada de ventodá o som líricoàs pás do moinho. Somente as coisas tocadaspelo amor das outrastêm voz. — Fiama Hasse Pais Brandão Foi na escola primária que eu aprendi o que era dor-medo… estava no segundo ciclo, quando a professora apresentou a “menina nova” à turma e lhe mostrou onde se sentar —Continuar lendo “* da voz das coisas”

8 curiosidades sobre o meu mundo literário…

Acho que todo leitor tem suas peculiaridades… que viram segredos, partilhados apenas com um ou outro leitor (vez ou outra) durante um passeio numa livraria ou uma sentada num café para discutir — entre goles — aquele livro comprado recentemente… e que todo mundo está a ler. Mas ele ainda não… porque tem leitores (comoContinuar lendo “8 curiosidades sobre o meu mundo literário…”