13 | Pessoas são personagens

Sai para andar a cidade e me equilibrar entre passos… rotina que se repete desde que a escrita passou a ser movimento dentro dos meus dias, em pares. Acabei no mesmo lugar de sempre — entre esquinas — a degustar do meu tradicional latte. Estava no segundo gole, quando os personagens do dia chegaram — trêsContinuar lendo “13 | Pessoas são personagens”

03 | Meus cabelos grisalhos…

Eu tinha catorze anos quando ao escovar minha cabeleira, observei um cabelo branco e fiz uma enorme festa diante do espelho. A nonna — figura central de minha infância, uma das mulheres incríveis com quem tive o imenso prazer de conviver — tinha longos fios brancos, que eu admirava e desejava. Pode parecer pouco… um míseroContinuar lendo “03 | Meus cabelos grisalhos…”

26 | O quebra-cabeça que sou!

Eu gosto de vez ou outra, fazer uma pausa na realidade das coisas e munida de uma xícara de chá… observar as peças do quebra-cabeça que sou, para ver quais se encaixam e que figuras formam. Hoje, me deparei com a imagem lírica de minha nonna. Mulher firme-decidida, de voz forte-grave e atitudes definitivas. ElaContinuar lendo “26 | O quebra-cabeça que sou!”

Abril, o mais cruel dos meses!

Eu nunca tive para com Abril uma relação próxima… sempre foi uma espécie de caminho do meio… para se chegar a maio — um dos meus favoritos no calendário, desde a infância. Justamente por suas sonoridades peculiares — o mês das trovoadas. Sempre tentei relacionar os meses do ano a qualquer coisa minha — paraContinuar lendo “Abril, o mais cruel dos meses!”