25 Estou sozinha no quarto, entre dois mundos

Caro Escritor, Escrevo-te dentro dessa manhã de sábado, no segundo (ou seria terceiro?) Dia de primavera. Estou em dúvidas e ao olhar lá para fora, nada se esclarece. Será um lindo dia de sol. Mas está frio… E há um silêncio pouco comum na Alameda que exibe um vento típico dos dias de julho deContinuar lendo “25 Estou sozinha no quarto, entre dois mundos”

18 |  Deixa o coração se apaixonar pelas paisagens

Cara Roseli, Passei a noite com os olhos a piscar realidades… Vigiei a tela da televisão. De filme em filme… fui saltando para cá e para lá, sem me apegar a nada. Vez ou outra, o olhar se voltava para dentro e ficava por lá, a vigiar outros dias-semanas-meses, sem pousar em nada. Sabe aquelaContinuar lendo “18 |  Deixa o coração se apaixonar pelas paisagens”

11 |  As horas estão escritas num futuro impossível

Cara mia, Despertei há pouco, por volta das quatro horas de uma madrugada escura. Não me lembrava de ter adormecido… é assim quando adormeço sem a ciência de tê-lo feito. Acordo repentinamente… e dou pela casa às escuras e o corpo em suspenso. Demoro a me acostumar com as figuras em minha volta. Pareço uma sonâmbulaContinuar lendo “11 |  As horas estão escritas num futuro impossível”

04 Experimenta a suave melancolia de uma manhã feliz

Cara Suzana, Acordei no sofá da sala… com o corpo todo torto. Dormi com um livro em mãos, como tanto gosto. Sensação de que a história continua no sono-sonho — personagem-persona. Preparei uma xícara de chá e enquanto esperava pela fervura da água e pelo meu despertar. Eu sou uma pessoa lenta ao abrir osContinuar lendo “04 Experimenta a suave melancolia de uma manhã feliz”