A poesia de sophia…

  Meio-dia. Um canto da praia sem ninguém. O sol no alto, fundo, enorme, aberto, Tornou o céu de todo o deus deserto. A luz cai implacável como um castigo. Não há fantasmas nem almas, E o ar imenso solitário antigo Parece bater palmas.     No ano que passou, desisti de ler jornais-revistas eContinuar lendo “A poesia de sophia…”