…o mais cruel dos meses

Pensei em vasculhar abril-passados… preparei uma xícara de chá e comecei a navegar lugares-meus e o verso do poeta de Eliot acenou: abril é o mais cruel dos meses. Desviei o olhar para a prateleira, alcançando o livro — o último comprado num sair descompromissado pelas ruas, indo em direção a livraria. Páginas intactas —Continuar lendo “…o mais cruel dos meses”

Terra desolada

Abril chegou, passou e acabou! Foi um a.b.r.i.l diferente por aqui… com posts diários, por causa do B.E.D.A (blog every day april)… escritos na varanda, com janelas acesas, céu azul sol-chuva-lua… manhãs, tardes e noites de outono! Foi como pensar-escrever um livro-diário… com “apenas” (?) trinta páginas. Escolhi o caderno — numa papelaria imaginária. ProvidencieiContinuar lendo “Terra desolada”