Carta a você que me lê nesse Abril…

o mais cruel dos meses, segundo o mestre Eliot Escrevo-te nesse abril… Outono quente-febril. Ano 2021. Não estou — mas como eu queria estar — em viagem estelar, como no seriado visto tantas vezes — era o meu favorito! —, na minha meninice… em que tomei espetadas no braço esquerdo para todas as doenças… “daContinuar lendo “Carta a você que me lê nesse Abril…”

30 | Boa noite Eliot… até logo Abril!

Eu não sou de fazer somas, por isso não sei dizer-afirmar há quantos dias estou confinada. Olhei para os dedos das mãos e ensaiei uma soma qualquer, mas não sou boa com isso também. Alguma coisa sempre me distrai e eu me perco em devaneios. Eu gostava da matemática quando era coisa simples… somas eContinuar lendo “30 | Boa noite Eliot… até logo Abril!”

01 | Habemus Aprile

A primeira vez em que li o poema the waste land de T.S.Eliot… eu estava a bordo da minha segunda década de vida. Eram os anos noventa… e Nick French tocava nas rádios — stop in the name of love. A  Dance music estava de volta como se fosse novidade. A cultura Clubber ainda tinhaContinuar lendo “01 | Habemus Aprile”

Abril, o mais cruel dos meses!

Eu nunca tive para com Abril uma relação próxima… sempre foi uma espécie de caminho do meio… para se chegar a maio — um dos meus favoritos no calendário, desde a infância. Justamente por suas sonoridades peculiares — o mês das trovoadas.Sempre tentei relacionar os meses do ano a qualquer coisa minha — para facilitarContinuar lendo “Abril, o mais cruel dos meses!”