Blog day

E chegamos ao fim de mais um Agosto! Ontem, enquanto assistia as notícias esportivas… ouvi o apresentador dizer: está chegando ao fim mais um agosto interminável. Eu respirei fundo e observei os dias passados por mim, os textos escritos-reescritos, as viagens, os dilemas, as soluções (algumas improváveis) e os desencontros. Foi tudo tão rápido-ligeiro… queContinuar lendo “Blog day”

4 | Não sei se irá chover ou não

Cara A.a, Acabou a luz no começo da noite e os gritos se multiplicaram lá fora. Eu apenas fechei os meus olhos para ouvir dentro o som dos trovões e deixei a memória intervir… Senti ressoar todas as tempestades por mim vividas. Sorri a infância, a juventude e momentos diversos da vida-adulta… Recordei a salaContinuar lendo “4 | Não sei se irá chover ou não”

Tarde quente de sábado

O dia se manteve desguarnecido com seus tons amenos se precipitando por toda a paisagem. As cores são mais quentes em dias frios. Nos dias quentes tudo arde e fica difícil admirar a paisagem que se transforma em qualquer coisa agressiva… Dei por meus passos pelas calçadas… e ao lado, a intranquilidade de certos humanosContinuar lendo “Tarde quente de sábado”

mais um agosto… seguinte ao seu!

Escrevo nesse agosto… seguinte ao seu! E deixei — propositalmente e sei que entenderá — para fazê-lo no dia seguinte a sua aterrissagem. Você chegou cansada… e levou um tremendo susto com tudo que descobriu a sua volta. A pele foi invadida por uma sensação de primeira vez… como se nunca tivesse passado por aqueleContinuar lendo “mais um agosto… seguinte ao seu!”

durante aquele estranho chá

Num tempo anterior a esse em que eu saia para as ruas sem preocupação e costumava me refugiar na Livraria Cultura… do Conjunto Nacional para fugir do caos promovido pelo famoso horário de pico, da cidade. Lembro-me que fazia calor em Sampa — não como agora — e havia previsão de chuva. Corri para lá…Continuar lendo “durante aquele estranho chá”

03 | Dentro de uma quarta-feira… a promessa se cumpre!

Cara mia, …ler-te pela manhã, me levou de volta para casa num desses ontens que eu coleciono por dentro. Sou toda rituais, você sabe. Alguns se repetem no automático e eu me divirto quando dou por eles. Foi assim ao escrever “aos sábados”. Não foi planejado-calculado-medido. Apenas dei por mim, dentro daquele espaço-tempo repetindo-me. EContinuar lendo “03 | Dentro de uma quarta-feira… a promessa se cumpre!”

De um passado ao outro

Enquanto ouvia notícias do mundo contemporâneo e suas guerras de sempre — comecei a imaginar o que diria-escreveria a autora de “diante da dor dos outros”… a respeito da tomada de Cabul pelo Tabibã, se estivesse viva… Susan foi uma Mulher cheia de opinião e severa na escrita, que não fugia de temas. Estava sempreContinuar lendo “De um passado ao outro”

Tudo vai ser diferente quando eu abrir os olhos

Era uma brincadeira das crianças da rua em que eu morava. Colavam a cabeça contra a parede e contavam em voz alta — de maneira apressada-atropelada — até trinta… um ou outro número se perdia. De repente a criatura em miniatura gritava e saía a caça dos outros miúdos escondidos… nos lugares mais óbvios. NemContinuar lendo “Tudo vai ser diferente quando eu abrir os olhos”

Um sábado inteiro, ainda incompleto!

Eu e C., tínhamos por hábito nos sentar à mesa da cozinha nas manhãs de sábado… para escritos-leituras-conversas e xícaras de chá. Foi numa dessas manhãs que, com uma xícara em mãos, ela me olhou e disse — “quando crescer, você vai ser uma escritora”. Gostei imenso de ouvir a frase sair de sua boca…Continuar lendo “Um sábado inteiro, ainda incompleto!”

Artista de Rua

Ao ler-te nessa manhã… lembrei-me de um signore que vende peças esculpidas em madeira, na esquina, do outro lado da rua, aos domingos. Soube que ele tinha uma loja de artigos artesanais, em algum lugar. Uma moradora que passeia com a Maya — pontualmente — mencionou o nome do lugar-cidade, mas eu não tenho memóriaContinuar lendo “Artista de Rua”