Tudo vai ser diferente quando eu abrir os olhos

Era uma brincadeira das crianças da rua em que eu morava. Colavam a cabeça contra a parede e contavam em voz alta — de maneira apressada-atropelada — até trinta… um ou outro número se perdia. De repente a criatura em miniatura gritava e saía a caça dos outros miúdos escondidos… nos lugares mais óbvios. NemContinuar lendo “Tudo vai ser diferente quando eu abrir os olhos”