Abril conjungou o verbo: transbordar

aumenta o som Abril chegou, passou e acabou! Não foi rápido-ligeiro, tampouco lento ou preguiçoso… foi mais um mês com seus trinta dias. E eu experimentei outro b.e.d.a — bloging.every.day.april — com posts diários, escritos a partir de um fio condutor, que eu ainda não sei se eu o escolhi ou se fui escolhida porContinuar lendo “Abril conjungou o verbo: transbordar”

Catarina… voltou a escrever!

Nada mais existe, nada mais tem importância,para quem viu a treva nos intervalos das coisas. Jorge de Sena Depois de tantos começos-meios-e-poucos-fins… Silenciei as teclas, rasguei rascunhos, queimei cadernos e tranquei portas e janelas — decretando o meu próprio fim. Sou o tipo de criatura que se recolhe de tempos em tempos… Fica no cantoContinuar lendo “Catarina… voltou a escrever!”

Quando escreve, descalça-se

…”eu gosto da sombra. porque a sombra permiteum segundo corpo onde possa ser tocado.um desnível de realidade por vezes absurdaonde nem sempre nos conseguimos entender”… Fernando Dinis Gosto de começar as coisas pelo fim… o último dia, a última hora, a última página porque eu sou a que lê — primeiro — o último capítulo doContinuar lendo “Quando escreve, descalça-se”

A… gosto da pessoa que sou!

Agosto aconteceu no calendário dos homens e nessa soma insana de dias + meses + ano, chegamos a esse estranho resultado onde um + uns… é igual a oito. Deram a largada do ano lá em janeiro e cá estamos… a poucos metros do fim. Daqui a pouco tem ho ho ho (h.e.l.p) e toda aquela insanaContinuar lendo “A… gosto da pessoa que sou!”

Catarina

Noite alta a queimar substâncias… livros empilhados sobre a mesa de trabalho e uma xícara de chá com um último gole esquecido no fundo. Me distraio com o brilho do ecrã a iluminar a parede, onde desenhos de ontem me lembram as muitas pessoas que fui-sou.O ano era dois mil e um… o menino deContinuar lendo “Catarina”