38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas

Cara M., Vim me sentar  na varanda com alguns rascunhos antigos, em mãos. Xícara de chá ao lado e as janelas dos prédios da avenida com nome de pássaro como cenário. Há poucas luzes acesas nessa noite de domingo. A maioria exibe um brilho típico de televisão acesa… Eu gosto imenso de perceber o passadoContinuar lendo “38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas”

Na parte amarela do meu mapa de vivências…

Dia quente-fumegante… sem nuvens — todo Azul… dei meia dúzia de passos pelas ruas do bairro. Mãos no bolso da calça, pensamento solto e idéias galopantes. Frases soltas no vazio se esparramam… Depois de virar esquinas, atravessar ruas… acabei no mesmo lugar de sempre — entre esquinas… cadeira-mesa ao lado da porta e, enquanto aguardavaContinuar lendo “Na parte amarela do meu mapa de vivências…”