17 — Uma porta que se abre em outro lugar

Caríssima M., Manhã de domingo indecisa entre nuvens e sol e ventos e o canto dos pássaros nas árvores da Alameda. Há previsão de tempestade no decorrer das horas. Mas, as nuvens no céu dizem contrários. Fui à feira pouco depois da terceira hora cheia… para fugir do sol quente. E ao avançar pelas ruasContinuar lendo “17 — Uma porta que se abre em outro lugar”

uma velha casa no bairro

A primeira vez em que esbarrei nessa construção antiga foi num fim de tarde… eu gosto imenso de sair para caminhar para dar movimento aos meus pensamentos — o que permite escrever no ar, nas paredes do corpo… pontuando melhor as minhas futuras-frases. Essa casinha sobrevivente é uma das minhas paisagens favoritas… e não façoContinuar lendo “uma velha casa no bairro”

Limites da civilização

Ao sair para caminhar pelas ruas do bairro em que moro, sempre tenho em mente a frase de Ralph Waldo Emerson “a tentativa de exprimir uma verdade interior da percepção“… estou sempre atenta as possíveis geografias do lugar, prestando atenção na fachada das casas-prédios, como se estivesse diante de uma tela de Hopper que temContinuar lendo “Limites da civilização”