03  |  * a quem vê o rosto teu…

Nessas últimas semanas em que tantas despedidas pousaram na ponta dos meus dedos — onde acenos ficaram represados — recordei alguns dos meus ontens. A minha vida —  desde a infância —  é feita de chegadas e partidas. Sempre me lembro — como se tivesse acontecido há pouco —  da cena que presenciei na estaçãoContinuar lendo “03  |  * a quem vê o rosto teu…”

26 | Nesse vinte e seis de agosto, não chove

E eu não fui às ruas… ouvi Sampa de Caetano Veloso, como quem acerta os ponteiros de um relógio de bolso — daqueles antigos, preso por uma corrente dourada no passante da calça. Preparei uma xícara de chá e refiz os caminhos de ontem… aqueles que me levaram do Aeroporto até um quarto de hotel, no centroContinuar lendo “26 | Nesse vinte e seis de agosto, não chove”