30 — Uma porta que se abre em outro lugar

Caríssima A., …enquanto folheio sua missiva, observo a realidade que chega a minha varanda e me dou conta de que já se foram um punhado de dias desse ano. Espio a data no rodapé da tela e levou um susto… dezenove de março. Respiro fundo e penso no que fiz e não fiz… e me desprendoContinuar lendo “30 — Uma porta que se abre em outro lugar”

Muitos ontens nessa longa viagem

Acordei para uma manhã de poucos gestos. Tudo estava tão lento-vagaroso, não havia barulhos nos caminhos que se ofereciam aos meus pés. Foi estranho descer as ruas, virar a esquerda e seguir em direção a estação de trem — ocupando o meu lugar no vagão e presenciando paisagens inteiras sem ter por destino a casaContinuar lendo “Muitos ontens nessa longa viagem”