26 | Nesse vinte e seis de agosto, não chove

E eu não fui às ruas… ouvi Sampa de Caetano Veloso, como quem acerta os ponteiros de um relógio de bolso — daqueles antigos, preso por uma corrente dourada no passante da calça. Preparei uma xícara de chá e refiz os caminhos de ontem… aqueles que me levaram do Aeroporto até um quarto de hotel, no centroContinuar lendo “26 | Nesse vinte e seis de agosto, não chove”

16  |  Minha lista de medo (aos treze)

Encontrei no acaso do próprio acaso… a minha antiga agenda colegial — ferramenta habilidosa para se organizar e adquirir disciplina na lida com os afazeres, que se multiplicavam de um dia para o outro em meu tempo colegial. Eu tinha — em meus dias de estudante — o estranho hábito de fazer listas… coisa que hojeContinuar lendo “16  |  Minha lista de medo (aos treze)”

13 | melhor que perguntas, são as afirmações.

…coloquei a chaleira no fogo para um café no meio da tarde e depois de todo o ritual que envolve preparar uma prensa ‘francesa’… levei a xícara-cheia para o meu menino, na sala. Ele sorriu-satisfeito a surpresa… e eu acabei por viajar nas minhas lembranças primeiras — como de costume. Eu era menina… vestia camiseta brancaContinuar lendo “13 | melhor que perguntas, são as afirmações.”

O que ando a ler | Contra a interpretação

. Um dos primeiros espaços urbanos que visitei ao chegar a São Paulo, em meados de dois mil e dois foi um Sebo… gosto de navegar entre prateleiras cheias, pilhas e mais pilhas de livros. Esses espaços possuem estruturas curiosas que desafiam a gravidade. E foi em um Sebo que garimpei o livro que estouContinuar lendo “O que ando a ler | Contra a interpretação”

Abril, o mais cruel dos meses!

Eu nunca tive para com Abril uma relação próxima… sempre foi uma espécie de caminho do meio… para se chegar a maio — um dos meus favoritos no calendário, desde a infância. Justamente por suas sonoridades peculiares — o mês das trovoadas.Sempre tentei relacionar os meses do ano a qualquer coisa minha — para facilitarContinuar lendo “Abril, o mais cruel dos meses!”