12 | Le cousine di Lunna…

A primeira coisa que faço ao procurar por uma casa… é espiar os contornos da cozinha, por ser a parte da casa onde meu corpo precisa se acomodar. No quarto eu me abandono de qualquer jeito… é o lugar da cama-colchão-travesseiro-armário-edredom e eu não do tipo que gosta de dormir. Sou aquela que acusa cansaçoContinuar lendo “12 | Le cousine di Lunna…”

05 | uma receita de pão…

Tem certas coisas que são como rituais e eu os repito de tempos em tempos — sempre que alguma coisa acontece no mundo-vida-realidade e a vontade se espalha por todos os meus músculos e nervos, me pedindo qualquer coisa de calma-pausa e eu digo em voz alta, juntando a minha voz a de minha nonnaContinuar lendo “05 | uma receita de pão…”

6 on 6 | bonappetito

O que me agrada na cozinha são as relações que traçamos a medida que dispomos os ingredientes. Não importa se eu cozinho para um-dois-três ou mais. O instante em que defino o que farei… é o melhor dos momentos. Penso os pratos-talheres-corpos-taças… a mesa. As panelas que irei usar e os ingredientes — que gostoContinuar lendo “6 on 6 | bonappetito”

19 | as receitas da minha rotina!

Sempre que alguém diz não gostar de rotinas me dá vontade de fazer bolos! Não importa onde eu esteja… porque não há nada que se possa alterar ali. A base é previsível como uma rotina. E, eu, ao contrário das pessoas que vivem suas vidas por aí — sem dar pela repetição de seus movimentosContinuar lendo “19 | as receitas da minha rotina!”

O tempo joga xadrez… sem peças

Eu tinha oito anos quando entrei no templo sagrado da cozinha da nonna, pela primeira vez. Era o lugar das mulheres mais velhas da família — as donas do sabor, que cortavam, picavam, descascavam e se divertiam com suas falas secretas, em idiomas particulares.Na cozinha falavam de tudo — aprendiam-se.Eu gostava do som das gargalhadasContinuar lendo “O tempo joga xadrez… sem peças”