É uma rosa rubra a autora dessas linhas

A primeira vez em que tive contato com o branco… foi em sala de aula. Eu era a menina do canto-quieta. A que não se misturava com a turba e não tirava os olhos das páginas do caderno-novo — apreciando com intensa paixão o silêncio de uma página surda-muda-quieta… em branco. Eu queria — desesperadamenteContinuar lendo “É uma rosa rubra a autora dessas linhas”

Se comporte como uma Menina…

O Coletivo noturno avançava pelo corredor norte-sul… dentro da noite — um pouco mais cedo que ontem, um pouco mais tarde que amanhã. Observo as luzes do Museu acesas… e me divirto a imaginar fantasmas a admirar as paredes, a mobília, os quadros e esculturas… do lugar.Aproveito o silêncio dos bancos para abrir o livroContinuar lendo “Se comporte como uma Menina…”