* da voz das coisas

Só a rajada de ventodá o som líricoàs pás do moinho. Somente as coisas tocadaspelo amor das outrastêm voz. — Fiama Hasse Pais Brandão Foi na escola primária que eu aprendi o que era dor-medo… estava no segundo ciclo, quando a professora apresentou a “menina nova” à turma e lhe mostrou onde se sentar —Continuar lendo “* da voz das coisas”

Manhã de sábado azul

Fotografia: Mariana Gouveia Escolhi para esse texto primeiro/página primeira… a palavra “amanhecer”, porque não gosto de inícios-começos-primeiras-linhas. Sempre tive dificuldades em lidar com esse outro verbo: iniciar…Dar o primeiro passo nunca foi para mim.Eu sou do tipo que junta os pés e salta… Mas, foi lá na infância que tudo se tornou demasiadamente complicado. O primeiroContinuar lendo “Manhã de sábado azul”