24 | livro publicado e agora?

Uma das coisas mais engraçadas quando você é escritor… acontece quando você publica um livro, que é apenas a ponta do iceberg. Você leva anos para escrever um romance e quando finalmente o publica, nem tem tempo para saboreá-lo em paz… é preciso dar festa — tarde-noite de autógrafos — para os amigos que acompanharamContinuar lendo “24 | livro publicado e agora?”

07  |  O que ando a ler?

Escrever um diário foi meu primeiro exercício de escrita… ganhei o caderno de capa vermelha no final de uma tarde em meados da minha primeira década de vida. Passei dias a espiar aquela geografia irregular. Um mapa sem cardeais, apenas um Norte… a palavra diary escrita em dourado. Nos estranhamos e fim! Foi me dadaContinuar lendo “07  |  O que ando a ler?”

27 | Navega-se sem mar, sem vela ou navio!

Estava aqui a olhar para o nada… com a mente vazia e o corpo inerte quando dei pelo fundo da xícara e, de repente, fui tragada por uma espécie de halo. E lá estava eu, em sala de aula, com os olhos arregalados. Eu havia retornado ao colégio para os estudos do segundo ciclo. EraContinuar lendo “27 | Navega-se sem mar, sem vela ou navio!”

03  |  * a quem vê o rosto teu…

Nessas últimas semanas em que tantas despedidas pousaram na ponta dos meus dedos — onde acenos ficaram represados — recordei alguns dos meus ontens. A minha vida —  desde a infância —  é feita de chegadas e partidas. Sempre me lembro — como se tivesse acontecido há pouco —  da cena que presenciei na estaçãoContinuar lendo “03  |  * a quem vê o rosto teu…”

16 | velhos hábitos

setembro. outro lugar. realidade. recordei a lista de material escolar. a escola não era o meu lugar preferido-favorito. era apenas um lugar. causa maior de meus cansaços. gostava mesmo era do ritual de papelarias. escolher os cadernos. adquirir os livros. sentir o cheiro de papel intocado. provar do sabor de linhas a preencher. imaginar o desenhoContinuar lendo “16 | velhos hábitos”