É tempo de sentir maio…

O vento cortas os seres pelo meio,Só um desejo de nitidez ampara o mundo…Faz sol. Fez chuva. E a ventaniaEsparrama os trombones das nuvens no azul. (…) Mário de Andrade,Momento (abril de 1937) Enfim, aconteceu Maio… e é outono por aqui, segundo o calendário, mas eu confesso que ainda penso nas cores da primavera que floresceContinuar lendo “É tempo de sentir maio…”

27  | às segundas…

Acordei cedo — coisa pouco comum para essa figura-humana-noturna que sou. Espreguicei os músculos e nervos. Alonguei braços-pernas-ponta-de-dedos-pescoço… esticando todos os ossos do corpo — como faz a menina de quatro patas da casa.Respirei fundo — como um monge — uma saudade-peculiar que despertou comigo. Talvez um resquício de sonho que ficou em algum cantoContinuar lendo “27  | às segundas…”

Brinca-se com o passado… alguém quer jogar?

Não sei se já mencionei aqui ou em outro lugar… o quanto gosto de percorrer a cidade a bordo de um Coletivo. Principalmente a bordo dos famosos Trólebus — conhecidos por suas pausas inesperadas… no meio das ruas paulistanas.E, foi justamente, a bordo de um desses red bus paulistanos… ao voltar para casa, pouco antesContinuar lendo “Brinca-se com o passado… alguém quer jogar?”