Ruínas urbanas…

Essa é uma foto de arquivo… do tempo em que eu saía pela cidade com uma câmera em mãos. A encontrei ao vasculhar um dos meus cartões de memória. Sensação estranha. Eu sou uma pessoa adepta a modernidade. Não tive dificuldade em substituir minha velha máquina de escrever por um computador e outro e depoisContinuar lendo “Ruínas urbanas…”

17 — Quando a ausência de mim é presença em você

Caríssima M., Manhã de domingo indecisa entre nuvens e sol e ventos e o canto dos pássaros nas árvores da Alameda. Há previsão de tempestade no decorrer das horas. Mas, as nuvens no céu dizem contrários. Fui à feira pouco depois da terceira hora cheia… para fugir do sol quente. E ao avançar pelas ruasContinuar lendo “17 — Quando a ausência de mim é presença em você”