04 | um verbo para este ano {novo}

…sempre gostei imenso de conjugar os verbos em seus diferentes tempos. Tenho os meus preferidos. Desaparecer, por exemplo, sempre se destacou dentre tantos outros, no idioma local. Lembro-me de descobrir um poeta que se foi sem deixar rastro. Tudo que se sabia dele era o seu pequeno livro de poesias. Tão simples e lúdico. Desapareceu,Continuar lendo “04 | um verbo para este ano {novo}”

2 | o verbo para este ano {novo}

Quando o carrilhão da minha infância cantar — diretamente do ontem — a sua hora cheia-inteira — meia noite — será outro ano, novo… mas não será como os outros — ciclos-cheios. O que hoje se encerra… teve suas muitas somas, em grande parte vazias…Aconteceu muita coisa, muitos goles-abraços, mas tanta coisa não-aconteceu.Conjuguei verbos inexatosContinuar lendo “2 | o verbo para este ano {novo}”

Navega-se sem mar, sem vela ou navio…

“Como se alguém realmente soubesse de minha vida um nada,quando até eu, eu mesmo, tantas vezes sinto que pouco sei ou nada seida verdadeira vida que é a minha: somente uns poucos traços apagados, uns dados espalhados e uns desvios, que eu buscopara uso próprio, marcando o caminho daqui afora”. >> Walt Whitman Eu nãoContinuar lendo “Navega-se sem mar, sem vela ou navio…”