A matéria da qual sou feita!

Foi na infância que desenvolvi a paixão pela primeira vez…O primeiro brinquedo: um tabuleiro de xadrez, feito pelo nonno — inclusive as peças que adorava movimentar durante nossos jogos intermináveis. O primeiro caderno — que me deixou muda-imóvel durante dias… com o cuore acelerado e os olhos cheios. Demorei a escrever naquelas linhas, mas depois que comecei, foiContinuar lendo “A matéria da qual sou feita!”

Em meu princípio está o meu fim

Na infância… o tempo não existe. Talvez por isso, as pessoas, em geral, sintam tanta falta daquela fase menor. O tempo não é ontem, hoje, amanhã… muito menos agora — o mais inexistente dos modelos. É coisa dos adultos, que anunciam a hora de acordar, almoçar, ir para a escola, brincar e dormir.Existe tempo paraContinuar lendo “Em meu princípio está o meu fim”

Os dias de julho…

  “e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcãodeixas viver sobre a pele uma criança de lumee na fria lava da noite ensinas ao corpoa paciência o amor o abandono das palavraso silêncio… e a difícil arte da melancolia” al berto . …eu não me lembro de ter escrito — em momento algumContinuar lendo “Os dias de julho…”

10 coisas que eu diria para Lunna de 15 anos

escolho a música. o momento do domingo. chove lá fora. a tarde se perdeu dos meus olhos pouco depois das quatro. vento forte. pesadas nuvens… pedi um copo de latte. observei as pessoas em seus movimentos miméticos. guarda-chuvas a proteger-lhes a cabeça. me lembrei de Alice e a Rainha Vermelha… e de mim mesma nesseContinuar lendo “10 coisas que eu diria para Lunna de 15 anos”