certas pessoas não morrem, se eternizam em nossos gestos…

Eu tenho um pequeno velho baú… presente de meu menino que o confeccionou para celebrar as minhas três décadas de existência. Os baús — acredito eu — por excelência, têm por obrigação serem velhos… só assim podem guardar ‘coisas esquecidas’. A primeira vez que vi o interior de um baú, eu tinha pouca idade… aconteciaContinuar lendo “certas pessoas não morrem, se eternizam em nossos gestos…”