A coisa mais próxima da ficção

Tenho em mãos o livro do signore James Wood — com quem travei contato no verão de um ano qualquer — antes de tudo ser o que se é. Nos encontramos no acaso de nossos passos e dividimos uma mesa num desses cafés urbanos, por alguns minutos.Me lembro de sorrir ao vê-lo tentar descobrir oContinuar lendo “A coisa mais próxima da ficção”