Setpum…

Nesse Agosto… completam-se cinco anos do lançamento de Septum. Eu levei um susto quando recebi a notificação. Fui espiar um calendário imaginário, enquanto observava as fotos da Biblioteca Mário de Andrade, onde nos reunimos no ano de 2016 para apresentar ao nosso-mundo — que em um lançamento de livro, encolhe-se consideravelmente — os nossos diários.Continuar lendo “Setpum…”

Não perdi o hábito de escrever diários,

Eu já não sei o que é a realidade e o que não é. Eu  invento tanto coisa, tenho a cabeça tão cheia de memória, de recordações e coisas que já não sei muitas vezes se as coisas se passam ou de facto como eu continuo a recordá-la ou se passaram de outra maneira. IssoContinuar lendo “Não perdi o hábito de escrever diários,”

11 | uma voz nas pedras

Li em algum lugar que, bons livros levam tempo para existir na superfície das coisas. Não penso no tempo — dos ponteiros — não me ocupo de calendários. Não tenho pressa… mas não se engane — eu sou uma pessoa movida a urgência.Quando as frases gritam dentro — e de tão cheia, necessito transbordar… deixarContinuar lendo “11 | uma voz nas pedras”