28 | quase sete anos depois

Houve um momento em que eu decidi que não queria os modelos prontos, por saber que não seria o bastante para mim. Era pouco ou nada. Deitar minha escrita em velhos moldes conhecidos e ocupar os mesmos espaços não seria o suficiente. E foi a minha insatisfação que me fez ir atrás de um verboContinuar lendo “28 | quase sete anos depois”

14 | minha pele tem suas próprias estações

“o diário é um veículo para o meu sentido de individualidade. Ele me representa como emocional e espiritualmente independente. Portanto (infelizmente) não apenas registra minha vida real, diária, mas sim, em muitos casos – oferece uma alternativa para ela”. — Susan Sontag — . Sigo a envelhecer… tanto quanto o dia, que se manteve desguarnecido,Continuar lendo “14 | minha pele tem suas próprias estações”

4 | antes de ser um diário… foi caderno de ensaios!

]]. Quem sobe nos ares não fica no chão, quem fica no chão não sobe nos ares. É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo nos dois lugares! — Cecilia Meireles — . Eu sou feita de muitas metades… sou meio bruxa. meio arteira. meio artista. meio menina. meio moleque. meioContinuar lendo “4 | antes de ser um diário… foi caderno de ensaios!”

Sete anos

Uma tarde de junho descompromissada… qualquer coisa de outono-inverno. Uma xícara de chá e a tela iluminada do notebook com a página do wordpress aberta, a dizer-me: crie um novo blogue. Eu não pretendia ter outro blogue. Estava satisfeita com o ‘menina no sótão’ e sua proposta de ensaio laboratorial. Observei a tela como seContinuar lendo “Sete anos”