Outras primaveras

Hoje eu dei pela Primavera pela primeira vez esse ano… Estava a caminho da Starbucks da Alameda Santos. Embora tenah por hábito ir pela Avenida Paulista — optei por um caminho diferente. Não estava a fim de multidões. E como não tinha pressa de chegar, atrasei o passo e fui com a calma que a manhãContinuar lendo “Outras primaveras”

…o mais cruel dos meses

Pensei em vasculhar abril-passados… preparei uma xícara de chá e comecei a navegar lugares-meus e o verso do poeta de Eliot acenou: abril é o mais cruel dos meses. Desviei o olhar para a prateleira, alcançando o livro — o último comprado num sair descompromissado pelas ruas, indo em direção a livraria. Páginas intactas —Continuar lendo “…o mais cruel dos meses”

Meus olhos de traça

É uma espécie de lembrança que ecoa em minha mente e não sei dizer se é coisa minha ou se é coisa emprestada — herança de frases ditas em voz alta. Estou nesse quarto de piso solto a ranger debaixo da sola do meu calçado e há num canto essa pequena estante com livros velhos.Continuar lendo “Meus olhos de traça”