A criança que eu fui…

Sai para caminhar com o cão e me deparei com um signore levando uma criança — sua neta, penso eu — para um passeio matinal. Senti pincelar a pele com um dourado aquecido-gostoso e quase me esqueci que havia chovido a noite toda. Eu fui uma criança quieta — segundo as minhas lendas pessoais eContinuar lendo “A criança que eu fui…”

Não perdi o hábito de escrever em diários,

Eu tive muitos cadernos desde a infância… era a menina que andava com a mochila cheia até a escola por não gostar de deixá-los no armário que tinha o meu número de matrícula seguido do meu nome escrito em uma plaquinha. Lembro-me que a coordenadora da minha turma, chacoalhou a chave no ar, antes deContinuar lendo “Não perdi o hábito de escrever em diários,”