Não perdi o hábito de escrever missivas

Meu caro …no final desta manhã dourada de agosto, escrevo-te — repetindo o velho ritual da minha infância. Mesa da cozinha, xícara de chá… e o olhar lambuzado pela paisagem de tantos “ontens”. Lamentavelmente, meu caro… não me lembro da primeira missiva que escrevi. Vasculhei os dias, os lugares… todo e qualquer fragmento de realidade,Continuar lendo “Não perdi o hábito de escrever missivas”