Poemas

Os homens ocos INós somos os homens ocosOs homens empalhadosUns nos outros amparadosO elmo cheio de nada. Ai de nós!Nossas vozes dessecadas,Quando juntos sussurramos,São quietas e inexpressasComo o vento na relva secaOu pés de ratos sobre cacosEm nossa adega evaporada Forma sem forma, sombra sem corForça paralisada, gesto sem vigor; Aqueles que atravessaramDe olhos retos,Continuar lendo “Poemas”