09 | ‘poemas canhotos’…

Algumas coisas não acontecem… como esse domingo azul, sem nuvens e com todas as coisas da cidade nos mesmos lugares de sempre. Eu preparei uma xícara de chá e fui me sentar no canto do sofá. Coloquei a minha playlist clássica para tocar e mergulhei nas páginas de ‘poemas canhotos‘ — o último livro escrito porContinuar lendo “09 | ‘poemas canhotos’…”

02 | dia mundial da poesia?

No mês passado… me perguntaram como eu iria comemorar o dia mundial da poesia. Eu arregalei os olhos — típico de quem leva um susto —, levantei a sobrancelha esquerda e  olhei ao redor — feito pássaro — em busca de pouso.Meu calendário pessoal não se ilude com datas. Lembro-me de uma ou outra apenas.Continuar lendo “02 | dia mundial da poesia?”

Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen é redescoberta no Brasil…

Meio-dia. Um canto da praia sem ninguém.O sol no alto, fundo, enorme, aberto,Tornou o céu de todo o deus deserto.A luz cai implacável como um castigo.Não há fantasmas nem almas,E o ar imenso solitário antigoParece bater palmas. No ano que passou, desisti de ler jornais-revistas e outros meios-impressos. Cansei das ‘novidades’ narradas de acordo comContinuar lendo “Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen é redescoberta no Brasil…”

18 | dos livros que eu coleciono…

Minha paixão por livros começou na infância! — mas nunca fui uma colecionadora de livros. Embora tivesse a casa duas bibliotecas distintas que pertenciam as adultos e não a mim. Eu tinha uma dúzia de livros — favoritos — lidos e re-lidos um sem-fim de vezes. Estavam sempre ao alcance de minhas mãos. As poesias deContinuar lendo “18 | dos livros que eu coleciono…”

10 | Como se lê poesia?

. Dizem que o tempo ameniza / Isto é faltar com a verdadeDor real se fortalece / Como os músculos, com a idade Emily Dikcinson . Fui à prateleira e voltei de lá com um livro de poesias — o outro, o mesmo de Jorge Luis Borges. Coisa bastante comum por aqui porque como eu escreviContinuar lendo “10 | Como se lê poesia?”

9 | A poesia me ensinou a ler…

  “a palavra escrita me encarnou em um corpo onde eu podia viver. O corpo-letra. Ao fazer marcar no papel, com a ponta dura da caneta, entrei no território das possibilidades. As manchas da minha pele primeiro rarearam, em seguida desapareceram. A literalidade que assinala meu estar no mundo, fazendo de mim uma geografia emContinuar lendo “9 | A poesia me ensinou a ler…”

3 | O que ando a ler | Ana Cristina César

  — “As palavras escorrem como líquidos” — . Sempre que preciso fazer uma pausa na minha vida real das coisas e suas causas… ou quando tudo se complica nesse mundo feito por homens para homens — recorro a poesia… que é sem dúvida o meu melhor argumento. Embora não saiba brincar de fazer versos.Continuar lendo “3 | O que ando a ler | Ana Cristina César”

22 | reflexões sobre o verso livre

Depois de ler uma resenha no blogue Café com leitura… fiquei a pensar na questão do vers libre — verso livre — e na maneira como é defendido por muitos poetas e críticos, enquanto é atacado por outros tantos. Não sou poeta e nem tenho a pretensão de ser… muito embora tenha flertado com oContinuar lendo “22 | reflexões sobre o verso livre”

Abril, o mais cruel dos meses!

Eu nunca tive para com Abril uma relação próxima… sempre foi uma espécie de caminho do meio… para se chegar a maio — um dos meus favoritos no calendário, desde a infância. Justamente por suas sonoridades peculiares — o mês das trovoadas.Sempre tentei relacionar os meses do ano a qualquer coisa minha — para facilitarContinuar lendo “Abril, o mais cruel dos meses!”