Parece que, na miséria, tomamos consciência da nossa própria existência

Passei as últimas horas tentando escrever a biografia da minha personagem, que não é nova, mas não passava de uma transeunte em outra história. Eu gosto imenso quando as minhas personas migram de uma narrativa para outra, como aconteceu com Alice que, em seu momento de vida-e-morte — muito mais morte que vida — acabaContinuar lendo “Parece que, na miséria, tomamos consciência da nossa própria existência”

os meus rituais de escrita

Uma das coisas mais difíceis na vida de um escritor é saber pontuar as histórias, atribuindo ritmo à narrativa. Uma das mais ingratas tarefas, sem dúvida, sendo superada apenas pelo desafio da folha em branco, que para muitos é intransponível. Eu considero o melhor momento… Adoro ver piscar o cursor no canto da tela doContinuar lendo “os meus rituais de escrita”