08 | vermelho, por dentro!

Eu estava em Paris — dias de abril — para um reencontro combinado no dia anterior. Tinha escolhido a mesa, feito o pedido e me acomodado na cadeira do Café de Flore — para esperar por Pr e juntos comer blinis e beber café no mesmo lugar que Beauvoir e Sartre. Eu sempre chego antes aosContinuar lendo “08 | vermelho, por dentro!”

11 | uma voz nas pedras

Li em algum lugar que, bons livros levam tempo para existir na superfície das coisas. Não penso no tempo — dos ponteiros — não me ocupo de calendários. Não tenho pressa… mas não se engane — eu sou uma pessoa movida a urgência. Quando as frases gritam dentro — e de tão cheia, necessito transbordar…Continuar lendo “11 | uma voz nas pedras”