Edição especial… de Lua de Papel

Ainda não havia exibido aqui… a nova edição do meu primeiro romance Lua de papel, que levou quase cinco anos para ser concluído e que publicado em formato artesanal — que eu escolhi como norte para os meus livros e que acabou sendo uma idéia compartilhada com outros tantos escritores, que assim como eu, encantaram-seContinuar lendo “Edição especial… de Lua de Papel”

Violência contra a mulher

Uma das coisas que me fascina e encanta no universo da escrita é a pesquisa… que é um abrir de portas para muitas realidades paralelas. Eu tinha um tema e precisa explorá-lo a exaustão até ser capaz de responder as muitas mil perguntas que surgiriam durante o processo. Ao escrever Alice, uma voz nas pedras…Continuar lendo “Violência contra a mulher”

Ensaio fotográfico

Depois de tatuar a palavra FIM na última linha do meu romance (lua de papel)… escrito em não sei quantos dias-semana-meses… anos (?) eu espalhei as páginas impressas e li… linha por linha. Sabia que ao fazê-lo, iria riscar-rabiscar-ralhar-reclamar e bufar pesado contra o que havia escrito. Eu tinha mais de mil páginas impressas eContinuar lendo “Ensaio fotográfico”

11 | Vermelho por dentro

Num agosto outro, estava eu a caminhar pelos trilhos da velha ferrovia, equilibrando-me… com os braços bem abertos e o passo certeiro. Não havia destino, era apenas uma brincadeira. O nonno, preferia pisar os dormentes e estar por perto caso eu me desequilibrasse, algo que não chegou a acontecer.Sempre tive paixão por trilhos, trens eContinuar lendo “11 | Vermelho por dentro”

04 | Alice

Começo de uma tarde quente, num tempo anterior a esse, quando sair para encontrar pessoas era uma possibilidade. Quase uma e na agenda do dia… uma lista de coisas anotadas e deixadas para depois… da chuva.Uma curiosidade natural dos nossos encontros. Sempre chovia e a  Alameda… alagava.Eu chegava primeiro… mania antiga. Sou o tipo deContinuar lendo “04 | Alice”

08 | vermelho, por dentro!

Eu estava em Paris — dias de abril — para um reencontro combinado no dia anterior. Tinha escolhido a mesa, feito o pedido e me acomodado na cadeira do Café de Flore — para esperar por Pr., para juntos comer blinis e beber café no mesmo lugar que Beauvoir e Sartre.Eu sempre chego antes aos CafésContinuar lendo “08 | vermelho, por dentro!”

11 | uma voz nas pedras

Li em algum lugar que, bons livros levam tempo para existir na superfície das coisas. Não penso no tempo — dos ponteiros — não me ocupo de calendários. Não tenho pressa… mas não se engane — eu sou uma pessoa movida a urgência.Quando as frases gritam dentro — e de tão cheia, necessito transbordar… deixarContinuar lendo “11 | uma voz nas pedras”