Ruínas…

Essa é uma foto de arquivo… do tempo em que eu saía pela cidade com uma câmera em mãos. A encontrei ao vasculhar um dos meus cartões de memória. Sensação estranha. Eu sou uma pessoa adepta a modernidade. Não tive dificuldade em substituir minha velha máquina de escrever por um computador e outro e depoisContinuar lendo “Ruínas…”

Avenida Paulista 130 anos

Na primeira vez em que pisei na Avenida Paulista… fazia poucos dias que estava em São Paulo e não sabia quase nada a respeito do principal endereço da cidade. Tinha ouvido falar a respeito… era o endereço o Masp, do Parque Trianon e da maratona de São Silvestre, que começava e terminava em frente aoContinuar lendo “Avenida Paulista 130 anos”

17 — Quando a ausência de mim é presença em você

Caríssima M., Manhã de domingo indecisa entre nuvens e sol e ventos e o canto dos pássaros nas árvores da Alameda. Há previsão de tempestade no decorrer das horas. Mas, as nuvens no céu dizem contrários. Fui à feira pouco depois da terceira hora cheia… para fugir do sol quente. E ao avançar pelas ruasContinuar lendo “17 — Quando a ausência de mim é presença em você”

Um recorte antigo

Fotografei essa janela em uma manhã nublada em que peguei a câmera e saí para caminhar. Eu morava no Alto da Lapa — um bairro grudado em outros tantos bairros-vilas… coisa bastante comum. Eu tinha algumas trilhas que gostava de percorrer por lá. Uma delas me levava até a Biblioteca Cecília Meireles e seus arredoresContinuar lendo “Um recorte antigo”

tinha outra janela no meio do caminho

Nos primeiros anos em São Paulo… eu saia com uma câmera a tiracolo e, quando algo chamava a minha atenção, disparava o clique… Foram centenas de registros. Naqueles dias, eu precisava esperar alguns dias pelo resultado. Completar os rolos de filmes… removê-los da câmera e levá-los a um dos espaços para revelá-los. Lembro-me da surpresaContinuar lendo “tinha outra janela no meio do caminho”

* Às sombras, imaginações e formas,

…que destecem e tecem esta vida. Depois de meses sem sair de casa, fui as ruas… entrei no metrô — linha lilás-verde-amarela –, e depois de quase meia hora, estava na Rua da Consolação — conhecido endereço paulistano. Foi como voltar no tempo e chegar a cidade novamente. Me perdi por caminhos conhecidos e depoisContinuar lendo “* Às sombras, imaginações e formas,”