09 | O que escrevi em meu diário?

PRIMEIRA, ESTRANHA-SE, DEPOIS ENTRANHA-SE Escrever para mim… é  deitar o olhar no espelho e ver refletir contrários. Eu preciso me permitir ser a pessoa que nem sempre quero ser — dentre todas, que de certo eu sou. Preciso alcançá-la… tocá-la… tragá-la… traçá-la e se oferecer enquanto pele para uma tatuagem definitiva!Mas não é nada simplesContinuar lendo “09 | O que escrevi em meu diário?”

28 | quarto capítulo do meu Scenarium

Ao final do primeiro ano da Scenarium, eu não tinha certezas. Tinha inventado meia dúzia de projetos de livros — exemplos de poesias e contos. Vinte disso, cinquenta daquilo. Capas e miolos iguais — tudo feito no Word, em caráter experimental, como havia proposto em voz alta, diante do espelho, com quem converso invariavelmente pelasContinuar lendo “28 | quarto capítulo do meu Scenarium”

14 | Segundo capítulo do meu Scenarium

Hoje, no meio da tarde, recebi mais um manuscrito para apreciação… é comum chegar aos meus olhos um sem-fim de páginas do Word, com textos autorais de pessoas que querem uma avaliação profissional (dessa que vos escreve) para eventual publicação na Scenarium ou apenas para saber a qualidade do material antes de apresentá-las para algumaContinuar lendo “14 | Segundo capítulo do meu Scenarium”

Primeiro capítulo do meu scenarium…

Passei um par de minutos a pensar nos tempos de outra senhora — como se diz em Portugal — quando eu decidi que a edição de livros era uma bela muda de roupas para vestir o meu corpo.Não tinha experiência alguma nessa área. Embora estagiasse aqui e ali… e vivia no meio de pessoas literária,Continuar lendo “Primeiro capítulo do meu scenarium…”