38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas

Cara M., Vim me sentar  na varanda com alguns rascunhos antigos, em mãos. Xícara de chá ao lado e as janelas dos prédios da avenida com nome de pássaro como cenário. Há poucas luzes acesas nessa noite de domingo. A maioria exibe um brilho típico de televisão acesa… Eu gosto imenso de perceber o passadoContinuar lendo “38 — Um tempo para anoitecer à luz de lâmpadas”

O que ando a ler | Paul Auster

Março começou… mas eu ainda não comecei nada. Nem o projeto do ano em que irá abrigar-agasalhar a minha escrita, nem os projetos que invento e reinvento dentro dos dias. Estou pelo caminho… a flutuar no espaço, like always.Eu li muito — de tudo um pouco nos últimos dias. De poesias outras-alheias. Algumas linhas… euContinuar lendo “O que ando a ler | Paul Auster”

13 | Pessoas são personagens

Sai para andar a cidade e me equilibrar entre passos… rotina que se repete desde que a escrita passou a ser movimento dentro dos meus dias, em pares. Acabei no mesmo lugar de sempre — entre esquinas — a degustar do meu tradicional latte.Estava no segundo gole, quando os personagens do dia chegaram — três escritoresContinuar lendo “13 | Pessoas são personagens”

Na parte amarela do meu mapa de vivências…

Dia quente-fumegante… sem nuvens — todo Azul… dei meia dúzia de passos pelas ruas do bairro. Mãos no bolso da calça, pensamento solto e idéias galopantes. Frases soltas no vazio se esparramam… Depois de virar esquinas, atravessar ruas… acabei no mesmo lugar de sempre — entre esquinas… cadeira-mesa ao lado da porta e, enquanto aguardavaContinuar lendo “Na parte amarela do meu mapa de vivências…”