47 — Entre o dia e a noite, há sempre uma pausa quebradiça

missiva escrita em julho de 2002 Caro mio, Há pouco vi o sol se pôr… e fiz uma pausa nas coisas todas para apreciar a paisagem urbana que você não conheceu. Talvez por ser Julho — o nosso verão — a sua presença esteja mais forte nesses dias estranhos. Ouço a sua música e enquantoContinuar lendo “47 — Entre o dia e a noite, há sempre uma pausa quebradiça”

Muitos ontens nessa longa viagem

Acordei para uma manhã de poucos gestos. Tudo estava tão lento-vagaroso, não havia barulhos nos caminhos que se ofereciam aos meus pés. Foi estranho descer as ruas, virar a esquerda e seguir em direção a estação de trem — ocupando o meu lugar no vagão e presenciando paisagens inteiras sem ter por destino a casaContinuar lendo “Muitos ontens nessa longa viagem”