As cidades e os livros…

Um trecho do livro de Patti Smith — devoção — em que a autora, que é também personagem de suas narrativas, visita um túmulo de em Bybrook Cemetery, em Londres… chamou a minha atenção em todas as vezes em que li o pequeno livro-diário-bloco-de-notas, publicado num tempo anterior a esse, quando eu frequentava livrarias eContinuar lendo “As cidades e os livros…”

* Nada é tão líquido assim…

Remexia em coisas antigas no final da tarde de ontem, com a alma afundada em melancolia, e acabei por encontrar uma velha caixa de madeira, que fez abrir o casulo da memória. Relembrei uma viagem, feita na companhia de C, — percorremos as ruas estreitas, de uma pequena cidade alemã — afundada entre montanhas —Continuar lendo “* Nada é tão líquido assim…”

Aos teus pés

Sempre gostei de caminhar lugar… saber que o meu passo alcançou determinadas paisagens. Às vezes, me surpreendo com o pensamento a vasculhar a memória em busca da primeira vez em que escolhi um calçado. Lembro-me de me sentar num banco com estofamento escuro e agitar os pés no ar. O jovem atendente da loja deContinuar lendo “Aos teus pés”

23 | no tempo em que éramos felizes…

 | para ler com trilha sonora, clique aqui  | Aconteceu junho e ao ler-te, eu me lembrei de outros tempos quando o mês de junho era isso — um tempo muito bom… perfeito e as manhãs tinham uma luz natural intensa. Eu gostava imenso de espiar os raios dourados de sol através do vidro porqueContinuar lendo “23 | no tempo em que éramos felizes…”